Museu
de Arte Contemporânea inaugura ponto de exibição
de filmes
Campo
Grande (MS) – O Museu de Arte Contemporânea
(Marco) inaugura, na próxima terça-feira
(29/01), o CineMarco, novo ponto de exibição
gratuita de filmes e vídeos em formato de curta
e longa-metragem. O lançamento será às
19h30, com três curtas premiados: “Vinil
Verde”, “Juvenília” e “Para
sempre assim”, filmes realizados a partir de fotos
fixas em movimento.
Após
a estréia, as exibições regulares do CineMarco serão
realizadas nas tardes de domingo, quinzenalmente, às 15 horas. Outro
foco de atividade do ponto de exibição no Marco será o “Projeto
Ver no Museu”, que contempla a exibição de vídeos
seguida de debate mediado por especialistas e formadores de opinião.
Ainda, para abranger a diversidade de público que o museu possui, haverá exibição
de vídeos para escolas, universidades e outras instituições
previamente agendadas, que visitam o museu com a orientação do
Programa Educativo. O número médio é de 10 visitas desta
natureza por mês, com uma média de 500 visitantes.

“Vai
ser mais uma atividade para estreitar os laços do público com
a cultura e trazer as pessoas para o museu, permitindo ainda difundir e debater
a arte cinematográfica”, comentou Maísa Barros, coordenadora
do Marco, acrescentando que a partir da criação do CineMarco
os campo-grandenses poderão programar um domingo cultural no Parque
das Nações Indígenas, já que as exibições
serão no mesmo dia de outro projeto da Fundação de Cultura
de Mato Grosso do Sul no local, o Som da Concha, que leva shows para a Concha
Acústica Helena Meirelles a partir das 19 horas.
O CineMarco
utiliza o acervo da Programadora Brasil, programa do Ministério da Cultura
(Minc) que disponibiliza obras audiovisuais da cinematografia brasileira para
circuitos não-comerciais de difusão pública. O acervo é composto
por filmes de qualidade realizados em várias fases do cinema brasileiro
e de gêneros variados como documentários, animações,
ficção, experimental, voltados para diversas faixas etárias. Conheça
os filmes da estréia. “Vinil Verde” (PE, 2004, ficção,
cor, 35mm, 13’) é uma fábula assustadora em que mãe
dá à filha uma caixa cheia de velhos disquinhos coloridos. A
menina pode ouvi-los, exceto o vinil verde. Em “Juvenília” (SP,
1994, ficção, PB, 35mm, 7’), um grupo de jovens munidos
de ferramentas, pedras e pedaços de pau massacram o cadáver de
um cachorro, em uma narrativa de tirar o fôlego. Já “Para
sempre assim” (MG, 2001, ficção, PB, 35mm, 7’) traz
um conto urbano que se passa em São Paulo, mas poderia ser em qualquer
cidade: nele, um casal lida com problemas de comunicação
e relacionamento.
Em Campo
Grande, a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul administra
mais quatro pontos de exibição do mesmo programa. O mais antigo,
inaugurado em outubro, é do Centro Cultural José Octávio
Guizzo, o “CineBrasil - Curtas e Longas no Centro”. Lá,
as exibições acontecem geralmente na última semana do
mês, repetidas duas vezes ao longo do dia. Há também o “CinePark”,
localizado no Parque Ayrton Senna (Bairro Aerorancho), que fez sua estréia
em dezembro e inicia de fato a programação
em fevereiro, junto com os pontos do Museu da Imagem
e do Som (MIS) e o Parque Jacques da Luz.
Mais informações
no Museu de Arte Contemporânea, localizado na rua
Antônio Maria
Coelho, nº 6000, no Parque das Nações
Indígenas.
Telefone: 3326-7449. Para saber mais sobre a Programadora
Brasil: http://www.programadorabrasil.org.br/.
Moema Vilela
Assessoria de Comunicação da Fundação
de Cultura de MS
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