Marco
tem programação especial para o fim de
semana
O Museu de
Arte Contemporânea
tem uma programação especial para este fim
de semana. São os projetos "Fazendo
Arte no MARCO", que acontece das 15h às
17h, e"CineMarco", que inicia às15h.
Com estas atividades, o público pode programar um
domingo cultural no Parque das Nações Indígenas,
já que as oficinas e exibições serão
no mesmo dia de outro projeto da Fundação
de Cultura de Mato Grosso do Sul no local, o Som da Concha,
que leva shows para a Concha Acústica Helena Meirelles
a partir das 17h30.
"Fazendo Arte no MARCO" é um projeto
que desenvolve atividades educativas e artísticas para crianças de
sete a 12 anos, a partir de obras selecionadas no acervo do museu. É realizada
com a equipe do Programa Educativo do Marco, formada por pedagogas e arte-educadoras.
A oficina deste mês tem como tema a cultura indígena. Na ocasião
serão apresentas obras de diversos artistas que mostrem a produção
dos objetos das nações Terena e Kadiwéu. Os alunos irão
confeccionar em argila mini-objetos, que representarão a importância
da cerâmica na cultura dos índios sul-mato-grossenses.
O "CineMarco" é um ponto
de exibição gratuita de filmes e vídeos
em formato de curta e longa-metragem. Após a exibição
são realizados debates mediados por especialistas
e formadores de opinião. "É uma atividade
que estreita os laços do público com a cultura
e traz as pessoas para o museu, permitindo ainda a difusão
e o debate acerca da arte cinematográfica",
comentou Maísa Barros, coordenadora do Marco.
O projeto utiliza o acervo da Programadora Brasil, programa
do Ministério da Cultura (Minc) que disponibiliza
obras audiovisuais da cinematografia brasileira para circuitos
não-comerciais de difusão pública.
O acervo é composto por filmes de qualidade realizados
em várias fases do cinema brasileiro e de gêneros
variados como documentários, animações,
ficção, experimental, voltados para diversas
faixas etárias.
Neste domingo o filme exibido vai ser "Durval Discos",
de 96 minutos de duração. Durval Discos é um filme brasileiro de 2002,
dirigido por Anna
Muylaert. A história gira em torno de Durval,
que em plena era do CD insiste
em continuar vendendo discos
de vinil (LP).
Escrito em 1996 por Muylaert, o roteiro foi um dos participantes
do laboratório de roteiros Sundance/Riofilme em
1998, inspirado nas antigas lojas de vinil do bairro de
Pinheiros em São Paulo.
No filme Durval (Ary França) e sua mãe Carmita
(Etty Fraser) vivem isolados há muitos anos nos
fundos da Durval Discos. Eles vivem em um mundo anacrônico
e entediante. Certo dia, Durval decide contratar uma empregada.
O salário baixo atrai Célia (Letícia
Sabatella), uma estranha doméstica que no dia seguinte
desaparece e deixa para trás Kiki (Isabela Guasco),
uma menina de 5 anos. Logo uma notícia do telejornal
os colocará a par da triste realidade sobre Kiki
e Célia. A partir daí, o filme entra em seu "lado
B", uma trama de contornos policiais, agonia e libertação,
com toques de absurdo.
Mais informações no Museu de Arte Contemporânea,
localizado na rua Antônio Maria Coelho, nº 6000,
no Parque das Nações Indígenas.
Telefone: 3326-7449.
Assessoria de Comunicação FCMS
Gisele Colombo
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